| HOSPITAL REGIONAL DE PICUI-PB " FELIPE TIAGO GOMES " | ||||||||||
| PERCENTUAL DE TRIAGEM DE ENFERMAGEM NA CLASSIFICAÇÃO DE RISCO | ||||||||||
| AGOSTO DE 2012 | ||||||||||
| ESTIMA-SE QUE DO DIA: 01/08/2012 QUARTA É O DIA 31/07/2012 SEXTA PASSARAM PELO SERVIÇO DE | ||||||||||
| ACOLHIMENTO COM CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DESTE HOSPITAL CERCA DE 1182 PACIENTES, DOS QUAIS: | ||||||||||
| 370 USUÁRIOS FORAM CLASSIFICADOS COMO ENCAMINHAMENTOS PARA ESF/UBS | 31% | |||||||||
| 709 USUÁRIOS FORAM CLASSIFICADOS COMO URGÊNCIA MÉDICA | 60% | |||||||||
| 103 USUÁRIOS FORAM CLASSIFICADOS COMO URGÊNCIA MÉDICA RELATIVA | 9% | |||||||||
| 00 USUÁRIOS FORAM CLASSIFICADOS COMO EMERGENCIA MÉDICA | 0% | |||||||||
|
TOTAL : | 100% | ||||||||
| DAS CIDADES ATENDIDAS NO SETOR DE TRIAGEM DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DO HRP "Felipe Tiago | ||||||||||
| Gomes " REFERENTE DE : 01/08/2012 A 31/08/2012. |
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| O1 | PICUI | 828 | USUÁRIOS | 70% | ||||||
| O2 | BARAÚNA | 97 | USUÁRIOS | 8% | ||||||
| O3 | N.PALMEIRA | 89 | USUÁRIOS | 8% | ||||||
| O4 | B.ST.ROSA | 43 | USUÁRIOS | 3% | ||||||
| O5 | SOSSEGO | 32 | USUÁRIOS | 4% | ||||||
| O6 | F.MARTINHO | 23 | USUÁRIOS | 2% | ||||||
| O7 | CUITÉ | 20 | USUÁRIOS | 2% | ||||||
| O8 | DAMIAO | 17 | USUÁRIOS | 1% | ||||||
| O9 | P.LAVRADA | 16 | USUÁRIOS | 1% | ||||||
| 10 | N.FLORESTA | 8 | USUÁRIOS | 1% | ||||||
| 11 | SOLEDADE | 2 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| 12 | CUBATI | 1 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| 13 | S.VICENTE | 1 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| 14 | ALGODÃO | 1 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| 15 | C.DANTAS | 1 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| 16 | C.GRANDE | 1 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| 17 | C.NOVOS | 1 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| 18 | J.PESSOA | 1 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| 19 | ITAGUATINGA | 1 | USUÁRIOS | 0,00% | ||||||
| TOTAL | 1183 | 100% | ||||||||
| NOTA: Em relação a porcentagem das Emergências trata-se de uma estimativa. Pois, nem sempre é | ||||||||||
| viável passar pelo serviço de acolhimento com classificação de risco por se tratar de risco iminente | ||||||||||
| de morte, havendo dessa forma números aproximados da realidade. | ||||||||||
| FONTE: FORMULÁRIO DE ACOLHIMENTO E CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DO HRP. (GDANTAS) | ||||||||||
sábado, 10 de novembro de 2012
ESTIMATIVA ACOLHIMENTO HRP AGOSTO DE 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
1 ANO DE CIRCULO DO CORAÇÃO NA PB
Rede de
Cardiologia Pediátrica transforma a realidade da assistência à criança
cardiopata na Paraíba
|
Ter, 16
de Outubro de 2012 14:21
|
Em um ano de implantação, programa já beneficiou
mais de 15 mil crianças em todo o Estado
Mais de 15 mil crianças triadas, cerca de
250 doenças cardíacas identificadas, mais de mil consultas e exames
realizados em crianças cardiopatas são alguns dos resultados do primeiro ano
de atividades da Rede de Cardiologia Pediátrica Pernambuco-Paraíba
(RCP), programa implantado para estruturar a assistência
cardiológica a fetos, recém-nascidos e crianças atendidas pelo sistema
público de saúde paraibano. Para marcar o aniversário de um ano, a
RCP irá realizar um evento comemorativo nesta quarta-feira (17/10), das
8h às 14h, no Auditório da Empresa Paraibana de Turismo - PBTUR, onde
reunirá autoridades, profissionais envolvidos e parceiros do projeto.
O
programa, pioneiro no país, é fruto de uma parceria entre a associação
Círculo do Coração de Pernambuco e o Governo da Paraíba, por meio de convênio
firmado com a Secretaria Estadual de Saúde, no dia 17 de outubro de
2011. A Rede atua na capacitação dos profissionais do sistema público de
saúde, em especial neonatologistas, ultrassonografistas, pediatras e
enfermeiros, visando o diagnóstico e tratamento das doenças cardíacas em
crianças. As equipes são treinadas para realizar a triagem neonatal por
oximetria de pulso, exame feito nas primeiras 24 horas de vida do bebê,
capaz de detectar doenças cardíacas congênitas; e a triagem neonatal com ecocardiograma realizado
pelo neonatologista, com supervisão de um cardiologista online. Além
disso, contam com toda a assistência clínico-cirúrgica dos médicos ligados ao
Círculo do Coração de Pernambuco.
Participam
do projeto 12 maternidades distribuídas em nove municípios paraibanos,
espalhados do litoral ao sertão, estruturadas para realizar o diagnóstico
básico da cardiopatia, e um hospital pediátrico com serviço de
ambulatório, internamento e cirurgia, totalizando mais de 80 profissionais
envolvidos. Sendo identificada alguma anormalidade, os bebês são
encaminhados para o Hospital Arlinda Marques, em João Pessoa, para
condução do tratamento, sempre acompanhado pela equipe médica de Pernambuco.
Os casos mais complexos são direcionados para o Real Hospital Português, no
Recife, onde o Círculo do Coração atua.
Todas as maternidades e hospitais envolvidos no
projeto estão conectados entre si e com o Círculo do Coração de Pernambuco
através da internet, via Ipads distribuídos pelo Governo da
Paraíba. "Com o recurso da telemedicina, é possível
estabelecer contato diário e monitorar o manejo dos pacientes, ofertando
um melhor suporte aos profissionais responsáveis pelo atendimento aos
bebês cardiopatas, além de ministrar treinamentos e capacitações",
explica a cardiologista Sandra Mattos, coordenadora geral
do projeto.
|
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
OPA (Oximetria de Pulso Arterial) neo-natal no HRP
SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE
Hospital
Regional de Picuí-PB “Felipe Tiago Gomes”
APOIO: GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA/SES/HRP/CIRCULODOCORAÇÃO-PE.
www.circulodocoracao.org.br
e www.rcp.org MSMCASADO
IMPLANTAÇÃO DO TESTE ANTI-HIV PARA GESTANTES E PACIENTES INTERNOS NO HRP DE PICUÍ-PB.
Gestante HIV positivo
Todas as gestantes devem realizar testes para identificação da infecção pelo vírus HIV. É um exame de rotina na avaliação pré-natal. Este exame é particularmente importante, pois existem tratamentos que comprovadamente reduzem a chance de transmissão perinatal (durante a gravidez, parto, amamentação).
Sem tratamento adequado, estima-se que 15 a 30% das crianças nascidas de mães soropositivas para o HIV (mães que são portadoras do vírus) adquirem o vírus durante a gestação, parto ou através da amamentação. Nas situações em que a grávida segue todas as recomendações médicas, a possibilidade de infecção do bebê reduz para níveis menores que 1%. As recomendações médicas são: o uso de remédios antirretrovirais combinados na grávida e no recém-nascido, o parto cesáreo e a não amamentação. A maior parte dos casos de transmissão vertical do HIV (em que a gestante transmite para o feto) 65% ocorre durante o trabalho de parto e no parto propriamente dito, e os 35% restantes ocorrem intra-útero, principalmente nas últimas semanas de gestação, havendo ainda o risco adicional de transmissão pós-parto por meio do aleitamento materno. Este representa riscos adicionais de transmissão, que se renovam a cada exposição da criança ao peito, e situa-se entre 7% a 22%. Esse risco se eleva, sendo de aproximadamente 30%, quando a infecção da mãe ocorre durante o período de amamentação. Por esse motivo, o aleitamento materno e o aleitamento cruzado (amamentação da criança por outra mulher) estão contra-indicados.
Sem tratamento adequado, estima-se que 15 a 30% das crianças nascidas de mães soropositivas para o HIV (mães que são portadoras do vírus) adquirem o vírus durante a gestação, parto ou através da amamentação. Nas situações em que a grávida segue todas as recomendações médicas, a possibilidade de infecção do bebê reduz para níveis menores que 1%. As recomendações médicas são: o uso de remédios antirretrovirais combinados na grávida e no recém-nascido, o parto cesáreo e a não amamentação. A maior parte dos casos de transmissão vertical do HIV (em que a gestante transmite para o feto) 65% ocorre durante o trabalho de parto e no parto propriamente dito, e os 35% restantes ocorrem intra-útero, principalmente nas últimas semanas de gestação, havendo ainda o risco adicional de transmissão pós-parto por meio do aleitamento materno. Este representa riscos adicionais de transmissão, que se renovam a cada exposição da criança ao peito, e situa-se entre 7% a 22%. Esse risco se eleva, sendo de aproximadamente 30%, quando a infecção da mãe ocorre durante o período de amamentação. Por esse motivo, o aleitamento materno e o aleitamento cruzado (amamentação da criança por outra mulher) estão contra-indicados.
Diagnóstico durante o pré-natal

O teste para HIV é recomendada no 1º trimestre. Mas, quando a gestante não teve acesso ao pré-natal adequado, o diagnóstico pode ocorrer no 3º trimestre ou até na hora do parto. As gestantes que souberem da infecção durante o pré-natal têm indicação de tratamento com os medicamentos para prevenir a transmissão para o feto. Recebem, também, o acompanhamento necessário durante a gestação, parto e amamentação. A identificação de gestantes positivas para o HIV é fundamental para o acompanhamento pré-natal (durante a gestação) e neonatal (logo após o nascimento).
Gravidez depois do diagnóstico

Além de ser um direito garantido por lei, as mulheres soropositivas podem ter uma gravidez tranquila, segura e com muito baixo risco de que seu bebê nasça infectado pelo HIV, caso faça o correto acompanhamento médico e siga todas as recomendações e medidas preventivas.
Um pouco mais sobre AIDS
Sintomas
A Aids não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Entretanto, os sintomas iniciais são geralmente semelhantes e, além disso, comuns a várias outras doenças. São eles: febre persistente, calafrios, dor de cabeça, dor de garganta, dores musculares, manchas na pele, gânglios ou ínguas embaixo do braço, no pescoço ou na virilha e que podem levar muito tempo para desaparecer. Com a progressão da doença e com o comprometimento do sistema imunológico do indivíduo, começam a surgir doenças oportunistas, tais como: tuberculose, pneumonia, alguns tipos de câncer, candidíase e infecções do sistema nervoso (toxoplasmose e as meningites, por exemplo).
Formas de Contágio
Assim pega:
• Sexo vaginal sem camisinha
• Sexo anal sem camisinha
• Uso da mesma seringa ou agulha por mais de uma pessoa
• Transfusão de sangue contaminado
• Mãe infectada pode passar o HIV para o filho durante a gravidez, o parto e a amamentação
• Instrumentos que furam ou cortam, não esterilizados.
Assim não pega:
• Sexo, desde que se use corretamente a camisinha
• Masturbação a dois
• Beijo no rosto ou na boca
• Suor e lágrima
• Picada de inseto
• Aperto de mão ou abraço
• Talheres e copos
• Assento de ônibus
• Piscinas, banheiros ou pelo ar
• Doação de sangue
• Sabonete, toalha ou lençóis
• Masturbação a dois
• Beijo no rosto ou na boca
• Suor e lágrima
• Picada de inseto
• Aperto de mão ou abraço
• Talheres e copos
• Assento de ônibus
• Piscinas, banheiros ou pelo ar
• Doação de sangue
• Sabonete, toalha ou lençóis
Prevenção
Uso da camisinha – Diversos estudos confirmam a eficiência do preservativo na prevenção da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Em um estudo realizado recentemente na Universidade de Wisconsin (EUA), demonstrou-se que o correto e sistemático uso de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma eficácia estimada em 90-95% na prevenção da transmissão do HIV. Quanto mais se usa a camisinha menor é o risco de contrair o HIV.
A camisinha é mesmo impermeável?
A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo feito nos National Institutes of Health dos Estados Unidos, ampliou-se o látex do preservativo (utilizando-se de microscópio eletrônico), esticando-o em 2 mil vezes e não foi encontrado nenhum poro. Outro estudo examinou as 40 marcas de preservativos mais utilizados em todo o mundo, ampliando 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros.
Em outro estudo mais antigo de 1992, que usou microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior que a quantidade encontrada no sêmen, os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. O estudo concluiu que, mesmo nos piores casos, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da aids do que a sua não utilização.
O dado mais convincente sobre a eficiência do preservativo na prevenção contra o HIV foi demonstrado por um estudo realizado entre casais, onde um dos parceiros estava infectado pelo HIV e o outro não. O estudo mostrou que, com o uso consistente dos preservativos, a taxa de infecção pelo HIV nos parceiros não infectados foi menor que 1% ao ano.
Diante dos resultados desses estudos, realizados por instituições renomadas e de credibilidade, pode-se dizer que o correto e freqüente uso do preservativo contribui de forma eficaz tanto para a prevenção de enfermidades quanto para evitar a ocorrência de gravidez não planejada.
Em outro estudo mais antigo de 1992, que usou microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior que a quantidade encontrada no sêmen, os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. O estudo concluiu que, mesmo nos piores casos, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da aids do que a sua não utilização.
O dado mais convincente sobre a eficiência do preservativo na prevenção contra o HIV foi demonstrado por um estudo realizado entre casais, onde um dos parceiros estava infectado pelo HIV e o outro não. O estudo mostrou que, com o uso consistente dos preservativos, a taxa de infecção pelo HIV nos parceiros não infectados foi menor que 1% ao ano.
Diante dos resultados desses estudos, realizados por instituições renomadas e de credibilidade, pode-se dizer que o correto e freqüente uso do preservativo contribui de forma eficaz tanto para a prevenção de enfermidades quanto para evitar a ocorrência de gravidez não planejada.
Testes para o diagnóstico da infecção pelo HIV
O diagnóstico da infecção pelo HIV é feito por meio de testes, realizados a partir da coleta de uma amostra de sangue. Esses testes podem ser realizados nos laboratórios de saúde pública, por meio do atendimento do usuário nas unidades básicas de saúde, em Centros de Testagem e Aconselhamento (CTA) e em laboratórios particulares. Nos CTA, o teste anti-HIV pode ser feito de forma anônima e gratuita. Nesses Centros, além da coleta e da execução dos testes, há um processo de aconselhamento, antes e depois do teste, feito de forma cuidadosa, a fim de facilitar a correta interpretação do resultado pelo paciente. Todos os testes devem ser realizados de acordo com a norma definida pelo Ministério da Saúde e com produtos registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA/MS) e por ela controlados. Departamento de DST/Aids – Ministério da Saúde
fontes
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
OPA (OXIMETRIA DE PULSO ARTERIAL)
PROJETO CIRCULO DO CORAÇÃO COM A SES-PB.
OPA (OXIMETRIA DE PULSO ARTERIAL)
TRATA-SE DE UM PARCERIA ENTRE O CIRCULO DO CORAÇÃO DO PE E GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA-PB.
CUJO O OBJETIVO É DIAGNOSTICAR E TRATAR CLINICAMENTE E CIRURGICAMENTE RECEM-NASCIDOS E CRIANÇAS COM PATOLOGIAS CARDIACAS. CARDIOPATIAS CONGÊNITAS DE FORMA A ZERAR A LISTA DE CIRURGIAS CARDIACAS NO ESTADO.
RESULTADOS DA RCP (REDE DE CARDIOLOGIA PEDIATRICA) NESSES 8 MESES DE PARCERIA COM O GOVERNO DO ESTADO DA PARAÍBA.
FORAM REALIZADAS :
74 CIRURGIAS ( 9,5 CIRURGIAS POR MES),
9.474 OPA (OXIMETRIA DE PULSO ARTERIAL);
103 ECOCARDIOGRAMA NEO NATAL;
FORAM DIAGNOSTICADAS 103 CADIOPATIAS CONGENITAS.
NO ESTADO DA PARAÍBA FORAM SELECIONADAS 12 MATERNIDADES PARA REALIZAÇÃO DA OXIMETRIA NEONATAL DE PULSO ARTERIAL (OPA).
O OBJETIVO E DIAGNOSTICAR PRECOCEMENTE OS RECEM-NASCIDOS PORTADORES DE CARDIOPATIAS CONGENITAS A PARTIR DE UM TESTE SIMPLES, RÁPIDO, NÃO INVASIVO (NÃO PRECISA INTRODUZIR AGULHAS E CATETERES NA CRIANÇA) E PODE SER REALIZADO POR UM PROFISSIONAL DE NÍVEL SUPERIOR (ENFERMEIRO).
TODAS AS CRIANÇAS QUE NASCEREM NESSAS MATERNIDADES APÓS 24 HORAS DO SEU NASCIMENTO SERÃO SUBMETIDAS A ESSE TESTE POPULARMENTE CONHECIDO COMO "TESTE DO CORAÇAOZINHO" CUJO RESULTADO É INFORMADO A GENITORA ATRAVÉS DE UM CARTÃO DO NEONATO.
AS CRIANÇAS QUE FOREM DIAGNOSTICADAS POSSIVEIS PATOLOGIAS SERÃO ENCAMINHADAS PARA O ISEA (INTITUTO ELPIDIO DE ALMEIDA) EM CAMPINA GRANDE OU PARA O CANDIDA VARGAS EM JOÃO PESSOA PARA REALIZAÇÃO DE ECOCARDIOGRAMA PARA COMPROVAÇÃO DO DIAGNOSTICO.
O HOSPITAL REGIONAL DE PICUI-PB "FELIPE TIAGO GOMES" ONDE ESTÁ ANEXADA A MATERNIDADE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA ESTÁ REALIZANDO ESSE TESTE DESDE JANEIRO DE 2012.
ONDE JÁ DIAGNOSTICOU 02 (DOIS) CASOS, UM DELES EM TRATAMENTO CLINICO E UM SUBMETIDO A CIRURGIA.
TODAS AS CRIANÇAS QUE NASCERAM E VÃO NASCER NO HOSPITAL REGIONAL IRÃO REALIZAR OU REALIZARAM A OPA OU TESTE DO CORAÇÃOZINHO.
INFORMOU MARTINHO SÉRGIO DE MEDEIROS CASADO
ENFERMEIRO CHEFE DO NUCLEO DE ENFERMAGEM DESTA ENTIDADE
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